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    Home»Segurança pública»Por que rimos, segundo a ciência – BBC News Brasil
    Segurança pública

    Por que rimos, segundo a ciência – BBC News Brasil

    adminBy admin19 de novembro de 2022Updated:2 de fevereiro de 2023Nenhum comentário6 Mins Read
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    Crédito, Peopleimages/Getty Images
    Uma mulher em trabalho de parto tem dores terríveis e grita de repente: "Neste! Dele! Noutro! Daquilo!" E o médico diz: "Não se preocupe. São apenas contrações."
    Diversas teorias já tentaram explicar o que faz com que algo seja suficientemente engraçado para nos fazer rir.
    Essas teorias incluem a transgressão (algo proibido), indicar uma sensação de arrogância ou superioridade (a zombaria) e a incongruência – a presença de dois significados incompatíveis na mesma situação.
    Decidi analisar toda a literatura disponível sobre risos e humor publicada em inglês nos últimos 10 anos, para descobrir se poderiam ser traçadas outras conclusões. E, depois de analisar mais de 100 documentos, meu estudo produziu mais uma possível explicação: rir é uma ferramenta que a natureza pode nos ter fornecido para ajudar-nos a sobreviver.
    Examinei documentos de pesquisas sobre teorias do humor que forneceram informações significativas sobre três áreas: as características físicas do riso, os centros cerebrais relacionados à produção da risada e os benefícios do riso à saúde. Foram mais de 150 documentos, que forneceram provas de características importantes das condições que fazem os humanos rirem.
    Organizando todas as teorias em áreas específicas, consegui condensar o processo de rir em três etapas principais: perplexidade, resolução e talvez uma sinalização clara, que explicarei a seguir.
    Isso levanta a possibilidade de que o riso possa ter sido preservado pela seleção natural ao longo dos últimos milênios, para ajudar os seres humanos a sobreviver. E poderá também explicar por que somos atraídos por pessoas que nos fazem rir.
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    A teoria da incongruência serve para explicar o riso causado pelo humor, mas não é suficiente.
    Neste caso, o riso não se refere a um senso penetrante de coisas que estão fora de esquadro ou são incompatíveis. É sobre encontrar uma situação específica que subverte nossas expectativas de normalidade.
    Observar um tigre passeando pelas ruas de uma cidade pode parecer incongruente, mas não é engraçado. Pelo contrário, seria assustador. Mas, se o tigre rolar pela rua como uma bola, ele se torna engraçado.
    O anti-herói dos desenhos animados Homer Simpson nos faz rir quando cai do telhado da sua casa e rola como uma bola, ou quando ele tenta "estrangular" seu filho Bart, com os olhos espantados e a língua dobrando como se fosse de borracha.
    Estes são exemplos da experiência humana transformada em uma versão de mundo exagerada, em desenho animado, na qual qualquer coisa – especialmente o ridículo – pode acontecer.
    Mas, para ser engraçado, o evento também precisa ser percebido como inofensivo. Nós rimos porque sabemos que Homer ou o tigre nunca irão ferir ninguém de verdade, nem se machucam, já que, em essência, seus mundos não são reais.
    Crédito, Henrik Sorensen/Getty Images
    Por isso, podemos definir o riso em um processo em três etapas. Primeiramente, ele exige uma situação que pareça estranha e induza um senso de incongruência (pânico ou transgressão). Em segundo lugar, a preocupação ou tensão provocada pela situação incongruente deve ser trabalhada e solucionada (resolução). E, por fim, a efetiva liberação do riso age como uma clara sirene para avisar às pessoas próximas (alívio) que elas estão seguras.
    O riso pode ser também um sinal empregado pelas pessoas há milênios para demonstrar aos demais que a reação de lutar ou fugir é desnecessária e que a ameaça percebida já passou. É por isso que o riso, muitas vezes, é contagioso: ele nos une, faz com que fiquemos mais sociáveis e sinaliza o fim do medo ou da preocupação. O riso reafirma a vida.
    Podemos transportar isso diretamente para a cena do filme Tempos Modernos, de 1936, na qual o vagabundo interpretado por Charlie Chaplin aperta parafusos de forma obsessiva em uma fábrica, como se fosse um robô e não uma pessoa.
    Ele nos faz rir porque, inconscientemente, queremos mostrar aos demais que o espetáculo perturbador de um homem reduzido a um robô é uma peça de ficção. Ele é um ser humano e não uma máquina. Não existe razão para alarme.
    De forma similar, a piada do início deste artigo começa com uma cena da vida comum, depois se torna algo um tanto estranho e desconcertante (a mulher comportando-se de forma incongruente), mas que, no fim, percebemos que não é algo sério, mas sim engraçado (o duplo sentido da resposta do médico traz alívio): aciona-se o riso.
    Como demonstrei em um estudo anterior sobre o comportamento do choro humano, o riso possui forte importância para a fisiologia do corpo. Da mesma forma que chorar – e morder, respirar ou andar – o riso é um comportamento rítmico que serve de mecanismo liberador para o corpo.
    Os centros cerebrais que regulam o riso são os mesmos que controlam as emoções, o medo e a ansiedade. A liberação do riso rompe o estresse ou a tensão de uma situação e enche o corpo de alívio.
    Muitas vezes, o humor é usado em ambientes hospitalares para ajudar os pacientes na sua cura, como demonstraram estudos de terapia com palhaços. O humor também pode melhorar a pressão sanguínea e as defesas imunológicas, além de ajudar a superar a ansiedade e a depressão.
    As pesquisas examinadas no meu estudo também demonstraram que o humor é importante na educação e é empregado para enfatizar conceitos e pensamentos. O humor relativo ao material do curso mantém a atenção e produz um ambiente de aprendizado mais relaxado e produtivo. E, no ambiente educativo, o humor também reduz a ansiedade, promove a participação e aumenta a motivação.
    A análise dos dados sobre o riso também oferece uma hipótese sobre os motivos pelos quais as pessoas se apaixonam por alguém porque "ele nos faz rir".
    Não é apenas questão de ser engraçado. Pode ser algo mais complexo. Se o riso de outra pessoa provocar o nosso, aquela pessoa está indicando que podemos relaxar, que estamos seguros – e isso cria confiança.
    Crédito, Nektarstock/Alamy
    O riso cria laços e intimidade
    Se o nosso riso for causado pelas suas brincadeiras, ele tem o efeito de nos fazer superar os medos causados por situações estranhas ou desconhecidas. E, se alguém tiver a capacidade de ser engraçado e isso nos inspirar a superar nossos medos, somos mais atraídos por essa pessoa. Isso pode explicar por que adoramos as pessoas que nos fazem rir.
    É claro que, hoje em dia, nós não pensamos duas vezes sobre o riso. Nós apenas desfrutamos dele como uma experiência animadora e pela sensação de bem-estar que ele nos traz.
    Mas, do ponto de vista evolutivo, esse comportamento característico dos seres humanos talvez tenha desempenhado uma função importante, em termos da consciência de riscos e autopreservação. E, mesmo agora, se precisarmos enfrentar um perigo, muitas vezes reagimos com o riso quando esse risco passa, devido à sensação de alívio absoluto.
    * Carlo Valerio Bellieni é professor de pediatria da Universidade de Siena, na Itália.
    Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão original em inglês.
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